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Seminário NEMES de Verão 2017

Dia 15/12, na PUC_SP, acontecerá o nosso Seminário de Verão, cujo tema será “As distintas experiências do trágico”.

Programa:

MESA 1 – 14h00
1) Kierkegaard e o cheiro do trágico – Maria Cristina M. Guarnieri
2) O Eclesiastes por André Comte-Sponville: o trágico e o insignificante – Anna Paula M. Haddad
3) Crucifixão: Tragédia e Redenção em Nicolas Berdiaev – Wilma S. De Tommaso
4) O homem trágico em Benjamin Fondane – Gabriela Bal
Mediação: Prof. Dr. José Luiz Bueno
16h – COFFEE-BREAK
MESA 2 – 16h30
1) Judaísmo, tragédia e o sobrenatural – Andréa Kogan
2) O corpo como tragédia: “O teatro de Sabbath” de Philip Roth – Isadora Sinay
3) A tragédia em Nelson Rodrigues: “Há, em qualquer infância, uma antologia dos mortos” – Carla Almeida
4) O trágico e seus rastros em “A grande beleza” de Paolo Sorrentino – Flavia Arielo
Mediação: Prof. Dr. José Luiz Bueno
Encerramento 18h20
Prof. Dr. Luiz Felipe Pondé – Rei Lear e a liberdade

Seminário NEMES de Inverno: 23/06/17, na PUC!

Dia 23/06, a partir de 13h, na PUC, acontece nosso Seminário NEMES de Inverno. O tema gira em torno dos estudos sobre o grande Abraham Joshua Heschel e outros temas contemporâneos.

A programação de nosso Seminário NEMES de Inverno está em:
https://seminarionemespucsp.wordpress.com

A palestra inaugural, como sempre, será feita pelo Prof. Dr. Luiz Felipe Pondé, com o tema: “Qual a relevância de se estudar religião no mundo contemporâneo?”
Dia 23/06, NA PUC-SP, a partir de 13h.

Venham. Todos convidados! Nos encontramos lá!

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Educar

Interessante. Educação é um processo de informar para tornar indivíduos conscientes de si, dos outros, da natureza, da vida…
Mas, que coisa!… Educar, quando se trata de crianças (só das crianças?), também significa repetir a mesma coisa muitas e muitas vezes.
Antes de se ter consciência de alguma coisa, é preciso ter-se esta coisa. É preciso marcar na memória, não só na memória cerebral, mas também na memória orgânica, na memória emocional. Talvez até na memória “social”. Depois, quando se possui a coisa ensinada, o desenvolvimento da autoconsciência permite o reprocessamento desta coisa.
Mas, ao mesmo tempo, parece que o fato de ter sido marcado não dá total liberdade ao indivíduo de reprocessar, realocar, ressignificar estas coisas. Por mais que se tente.
Necessita-se da marca, mas ela fica.
Puxa… como é difícil ser consciente e livre ao mesmo tempo!