Igualdade!!

Tantas coisas nessa vida e, ao mesmo empo, tudo tão igual, tão rotineiramente igual… os ditos, os sentidos, os intuídos, os pensados…
Não é à toa que Nietzsche, e outros, ainda reconheciam que a diferença é feita por poucos, bem poucos…
Mas, por razões religiosas e políticas, teimamos em defender a igualdade: que tudo e todos sejam enfadonhamente iguais. Mediocremente iguais. Totalitariamente iguais. Ao olhar ao redor, vê-se que essa imposição se cumpre e a possibilidade da genialidade é esmagada na mediocridade.
Democraticamente iguais. Espiritualmente iguais.
Onde o lugar do mestre? Onde o lugar do gênio? Onde o lugar do criador?

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